Espécies

As aves que estão sendo observadas e monitoradas na área do Canto do Forte (Praia Grande, SP) estão apresentadas abaixo. Todas as fotografias autorais.


Trinta-réis-real

Thalasseus maximus

Razoavelmente comum, de ocorrência localizada ao longo da costa, sobretudo em São Paulo e no Rio de Janeiro, em baías, estuários e lagoas costeiras, às vezes alimentando-se em mar aberto. Reprodução conhecida apenas em algumas ilhas de São Paulo. Bico forte, laranja- avermelhado ou laranja; pernas pretas (Ridgely et al. 2015).

Mais info (Wikiaves): https://bit.ly/trintareisreal

Robson S. Silva, Cubatão (SP,BRA) – CC SA 4.0

Trinta-réis-de-bando

Thalasseus acuflavidus

Comum, de ocorrência localizada, por toda a costa, em esturários, lagoas costeiras e baías, nidificando em ilhas, às vezes em grandes colônias. Bico amarelo longo e esquio; pernas pretas (Ridgely et al. 2015).

Mais info (Wikiaves): https://bit.ly/trintabando

Caio Brito, Linhares (ES,BRA) – CC SA 4.0

Talha-mar

Rynchops niger

Razoavelmente comum, de ocorrência localizada na costa, preferindo estuários e lagoas costeiras no Rio de Janeiro e São Paulo. Parece não criar na região. Em grupos que podem ser numerosos, descansa em bancos de areia, junto trinta-réis e às vezes, gaivotas. Alimenta-se em voo rasante, sobre um trecho de água, de bico aberto, a mandíbula cortando a superfície e fechando-se ao tocar um peixe ou crustáceo. Ativo também de noite.(Ridgely et al. 2015).

Mais info (Wikiaves): https://bit.ly/talhamar

Alexander Gees – (RS,BRA) CC SA 4.0

Gaivotão

Larus dominicanus

Razoavelmente comum ao longo da costa de São Paulo e do Rio de Janeiro, em menor número até o Espírito Santo; mais a norte, errante. No adulto, bico robusto amarelo com pinta vermelha na mandíbula, olho claro e pernas amareladas; jovem com bico escuro, olho escuro e pernas cinzentas. Adulto com o corpo branco e manto enegrecido. Maior que qualquer outra gaivota no Brasil (Ridgely et al. 2015).

Mais info (Wikiaves): https://bit.ly/gaivotao

Douglas Meyer, Imbituba (SC,BRA) – CC SA 4.0

Carcará

Caracara plancus

Razoavelmente comum, de ocorrência ampla em cerrados e áreas abertas, além do entorno humano. Pousa em locais expostos e se alimenta de carniça e peixes mortos na praia (Ridgely et al. 2015).

Mais info (Wikiaves): https://bit.ly/plancus

Victor Antonelli, Botucatu (SP, BRA) – CC SA 4.0

Garca-branca-grande

Ardea alba

Comum ou abundante, de ocorrência ampla em brejos e na beira de qualquer corpo d’água, mesmo poluído. Alimenta-se parada ou movendo-se devagar na água rasa, a cada tanto dando um bote para pegar presas; onde há alimento abundante, pode juntar dezenas. Em geral silenciosa (Ridgely et al. 2015).

Mais info (Wikiaves): https://bit.ly/garcagrande

Marcos Melo, São Paulo (SP, BRA) – CC SA 4.0

Garça-branca-pequena

Egretta thula

Razoalvemente comum ou comum, de ocorrência ampla em brejos e à margem de qualquer corpo d’água doce, salobra ou salgada; mais numerosa na costa, sobretudo nos manguezais. Costuma-se alimentar mais frequentemente que outras garças, Às vezes, revolve a água rasa e o sedimento do fundo com os pés, desalojando presas ocultas. Onde há alimento abundante, reúne-se em grandes números, junto com outras aves paludícolas*. (Ridgely et al. 2015).

Mais info (Wikiaves): https://bit.ly/garcapqna

Marcos Melo, São Paulo (SP, BRA) – CC SA 4.0

Fragata

Fregata magnificens

Comum, de ocorrência ampla ao longo da costa, às vezes penetrando um pouco no interior. Grande, com asas longas, estreitas, angulosas e cauda em tesoura. Plana sem esforço e sem movimentos por longos períodos. É incapaz de nadar e pernoita sobretudo em árvores em ilhas e nidifica em grande colônias (Ridgely et al. 2015).

Mais info (Wikiaves): https://bit.ly/tesourao

Richard Hoyer, Galápagos (ECU) – CC SA 4.0

Atobá-marrom

Sula leucogaster

Comum, de forma localizada, ao longo de toda a costa, com ocorrência em águas costeiras, baías e lagos, sendo visto a partir de praias; nidifica em ilhas, em maior número na costa paulista (p.e. Alcatrazes), também no Rio de Janeiro e Abrolhos (BA). Alimenta-se mergulhando na água; costuma voar rente à superfície. Gregário, é o atobá mais numeroso (Ridgely et al. 2015).

Mais info (Wikiaves): https://bit.ly/leucogaster

Marcos Cruz, Peruíbe (SP,BRA) – CC SA 4.0

Urubu-de-cabeça-preta

Coragyps atratus

Muito comum,em alguns locais abundante, de ocorrência ampla em qualquer ambiente aberto; é o urubu mais numeroso no entorno humano, mas é escasso em matas. Pernoita em grande grupos e alimenta-se de restos e carniça, às vezes pegando presas vivas. Ao contrário de outras espécies de urubus, não possui olfato (Ridgely et al. 2015).

Mais info (Wikiaves): https://bit.ly/atratus

Henry Miller, Ubatuba (SP,BRA) CC SA 4.0

Quero-quero

Vanellus chilensis

Muito comum, de ocorrência ampla, em áreas abertas, como pastos e plantações, também em praias e parques urbanos. Vive em par, trios ou pequenos grupos; às vezes ativo à noite. Alimenta-se em terreno seco e também lamaçais à beira d’água. Defende com valentia o entorno do ninho ou dos filhotes e ataca os intrusos com voos rasantes, gritando muito (Ridgely et al. 2015).

Mais info (Wikiaves): https://bit.ly/chilensis

Lucas Aosf, C. Paulista (SP,BRA) – CC SA 4.0

Pombo-doméstico

Columba livia

Espécie introduzida no Brasil desde o século XVI. Tornam-se abundamentes em áreas públicas, onde aproveitam restos de alimentos ou são tratadas por admiradores (Sigrist, 2009).

Mais info (Wikiaves): https://bit.ly/columbal

Jayrson Araujo, Goiania (GO,BRA) CC SA 4.0

Glossário
Paludícola: organismo que vive em pântanos ou charcos.

Referências da página
Texto:
RIDGELY, Robert et al. Aves do Brasil: mata atlântica do sudeste. São Paulo: Horizonte, 2015. 418 p.
SIGRIST, T. Avifauna Brasileira. Guia de Campo Avis Brasilis. Vinhedo: Avis Brasilis, 2009. 600 p.
WIKIAVES. Wikiaves. Obtido: http://www.wikiaves.com.br. Acessso: 23/03/2020

Sons:
Xenocanto (base de dados de cantos das aves): https://www.xeno-canto.org/ (licença Creative Commons SA 4.0)

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